NOVA YORK (Reuters Saúde) - Estresse crônico pode acelerar o declínio da memória em pessoas idosas que já têm alguma debilidade em sua função mental, é o que mostra um novo estudo no Diário Americano de Psiquiatria - American Journal of Psychiatry.
Mas estar estressado não parece afetar a memoria de pessoas idosas sem a debilidade, Dr. Guerry M. Peavy da Universidade da Califórnia, San Diego e colegas descobriram.
Pesquisas sugerem uma "forte relação" entre o aumento do estresse e a perda da memória, os pesquisadores notam, mas alguns investigadores têm olhado para o estresse e a memória com o passar tempo. Estresse crônico pode afetara memória causando uma prolongada liberação dos assim chamados "hormônios do estresse," Como o cortisol, resultando em dano no cérebro.
Para investigar, os pesquisadores acompanharam 52 pessoas de 65 a 97 anos de idade por uns três anos. vinte cinco não tiveram nenhuma perda da função mental no início do estudo, enquanto que os outros 27 mostraram evidência de leve debilidade mental.
Para medir o estresse, os pesquisadores perguntou aos participantes do estudo se eles tinham experimentado algum momento estressante na vida no último ano ou nos últimos seis meses, como ser hospitalizado ou ter uma morte na família. Uma pessoa era considerada com "alto estresse" se ela relatasse pelo menos um evento desse tipo em dado período.
Dentre os indivíduos que estavam já, de certa forma, debilitados, aqueles com altos níveis de estresse mostraram um declínio na função mental mais acelerado, principalmente nos graus de demência e função da memória. Mas o estresse não influenciou a função mental com o passar do tempo em pessoas que não tinham nenhuma debilidade no momento em que o estudo foi feito.
Fonte: American Journal of Psychiatry, Dezembro 2009.
Para ver notícia original e na íntegra em inglês vá para a página da Reuters.
domingo, 27 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Incenso contra depressão
Substância química encontrada no produto pode reduzir ansiedade
A queima de incenso acompanhou cerimônias e rituais religiosos desde tempos ancestrais. Seu uso pode ser mais do que simbólico. No entanto, um novo estudo sugere que uma substância química comumente encontrada nesse produto pode ter efeitos antidepressivos.
O pesquisador Raphael Mechoulam, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e seus colegas estudaram os efeitos do acetato incensole, um componente da planta Boswellia. Essa resina, mais conhecida como olíbano, é um ingrediente frequentemente usado na fabricação de incensos.
A substância reduziu a ansiedade e os sintomas depressivos em ratos: animais que tomaram a injeção tiveram menos medo de espaços abertos em comparação com cobaias que receberam placebo.
“O acetato incensole é uma droga branda: dez vezes menos potente do que o Valium na redução de ansiedade. Durante cerimônias religiosas, as pessoas que inalam mais fumaça são provavelmente os únicos que sentem seus efeitos”, diz Mechoulam. Ele reconhece, porém, que o estudo da substância, sintetizada em fórmulas mais potentes, pode levar a novos tratamentos para ansiedade e depressão.
Extraído da página do site Mente E Cérebro.
A queima de incenso acompanhou cerimônias e rituais religiosos desde tempos ancestrais. Seu uso pode ser mais do que simbólico. No entanto, um novo estudo sugere que uma substância química comumente encontrada nesse produto pode ter efeitos antidepressivos.
O pesquisador Raphael Mechoulam, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e seus colegas estudaram os efeitos do acetato incensole, um componente da planta Boswellia. Essa resina, mais conhecida como olíbano, é um ingrediente frequentemente usado na fabricação de incensos.
A substância reduziu a ansiedade e os sintomas depressivos em ratos: animais que tomaram a injeção tiveram menos medo de espaços abertos em comparação com cobaias que receberam placebo.
“O acetato incensole é uma droga branda: dez vezes menos potente do que o Valium na redução de ansiedade. Durante cerimônias religiosas, as pessoas que inalam mais fumaça são provavelmente os únicos que sentem seus efeitos”, diz Mechoulam. Ele reconhece, porém, que o estudo da substância, sintetizada em fórmulas mais potentes, pode levar a novos tratamentos para ansiedade e depressão.
Extraído da página do site Mente E Cérebro.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Droga para tratar dependência de fumo e álcool
Medicamento usado para tratamento de enxaqueca e epilepsia bloqueia neurotransmissor excitatório
Boa parte dos dependentes de álcool é tabagista. Alguns estudos já haviam relacionado os dois comportamentos. O problema é que essa combinação dificulta o tratamento, já que, para compensar a ausência da bebida, os pacientes tendem a aumentar o consumo de cigarros. Fumando mais, o risco de recaída aumenta. Para contornar essa dificuldade, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) investigaram, para o tratamento de dependentes de álcool que também são tabagistas, o uso do topiramato, medicamento comum para enxaqueca e epilepsia.
Os resultados dos estudos foram publicados na revista Drug and Alcohol Dependence: voluntários que receberam a droga diminuíram o consumo de cigarros em 40%; no grupo-controle, a redução foi de 10%. O topiramato é uma droga que controla a ansiedade, bloqueando o neurotransmissor excitatório glutamato. O principal efeito é a redução dos sintomas de abstinência do álcool, que, entre os tabagistas, inclui a vontade de fumar.
Fonte: Opinião e Notícia
Nota: os CAPS AD (Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas) oferecem atendimento aos dependentes químicos, ou seja, dependentes de álcool, drogas, etc.
Boa parte dos dependentes de álcool é tabagista. Alguns estudos já haviam relacionado os dois comportamentos. O problema é que essa combinação dificulta o tratamento, já que, para compensar a ausência da bebida, os pacientes tendem a aumentar o consumo de cigarros. Fumando mais, o risco de recaída aumenta. Para contornar essa dificuldade, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) investigaram, para o tratamento de dependentes de álcool que também são tabagistas, o uso do topiramato, medicamento comum para enxaqueca e epilepsia.
Os resultados dos estudos foram publicados na revista Drug and Alcohol Dependence: voluntários que receberam a droga diminuíram o consumo de cigarros em 40%; no grupo-controle, a redução foi de 10%. O topiramato é uma droga que controla a ansiedade, bloqueando o neurotransmissor excitatório glutamato. O principal efeito é a redução dos sintomas de abstinência do álcool, que, entre os tabagistas, inclui a vontade de fumar.
Fonte: Opinião e Notícia
Nota: os CAPS AD (Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas) oferecem atendimento aos dependentes químicos, ou seja, dependentes de álcool, drogas, etc.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Equipe da FDA pede mais atenção aos antipsicóticos usados em crianças
A equipe da FDA (Food and Drug Administration, Administração de Alimentos e Drogas, instituição americana que fiscaliza alimentos e medicamentos) disse que um estudo recente da segurança da saúde diz ter descoberto que crianças tratadas com os psicotrópicos "eram mais suscetíveis de experimentar um efeito metabólico adverso do que os adultos, e a suscetibilidade estava diretamente correlacionada com a idade."
Efeitos metabólicos podem incluir aumento de peso anormal, diabetes e aumento no colesterol e na pressão arterial.
"Apesar de estudos baseados em observação ter limitações ... essa provocativa hipótese deveria, apesar de tudo, ser pesquisada mais a fundo pela agência," a equipe da divisão de vigilância farmacêutica da FDA escreveu em um memorando no dia 14 de outubro.
Mais cedo, nessa sexta-feira, AstraZeneca anunciou que a FDA tinha aprovado o uso do antipsicótico atípico Seroquel para pacientes com esquizofrenia de 13 a 17 anos e pacientes com transtorno bipolar de 10 a 17 anos.
Veja essa notícia no texto original em inglês na página da REUTERS.
Efeitos metabólicos podem incluir aumento de peso anormal, diabetes e aumento no colesterol e na pressão arterial.
"Apesar de estudos baseados em observação ter limitações ... essa provocativa hipótese deveria, apesar de tudo, ser pesquisada mais a fundo pela agência," a equipe da divisão de vigilância farmacêutica da FDA escreveu em um memorando no dia 14 de outubro.
Mais cedo, nessa sexta-feira, AstraZeneca anunciou que a FDA tinha aprovado o uso do antipsicótico atípico Seroquel para pacientes com esquizofrenia de 13 a 17 anos e pacientes com transtorno bipolar de 10 a 17 anos.
Veja essa notícia no texto original em inglês na página da REUTERS.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Portadores de transtornos mentais são excluídos do mundo do trabalho
Agência UnB
Como forma de integrar socialmente pessoas em desvantagens - presos, idosos, jovens egressos do sistema educativo - o Brasil adotou na década de 1970 modelos europeus de cooperativas sociais. Hospitais e Centros de Atenção Psicossociais (Caps), por exemplo, adotaram o modelo italiano de cooperativas, no qual trabalham pacientes psiquiátricos. No entanto, o serviço exercido por eles não é reconhecido como "trabalho", apenas como terapia e ferramenta de inserção social. Esse é um erro que exclui centenas de pessoas do direito ao trabalho, segundo pesquisadora da Universidade de Brasília.
Em estudo inédito, Rita de Cássia Andrade Martins mostra que a contradição entre a função exercida pelos pacientes nas cooperativas sociais e a visão da sociedade sobre essas tarefas é justificada por causa da lei brasileira. No artigo 3º do Código Civil Brasileiro, os deficientes mentais são classificados como incapazes, inclusive para o trabalho. Ela defende, porém, que o texto fere o direito ao trabalho das pessoas com transtorno mental e sugere mudanças na legislação para protegê-las.
Na dissertação de mestrado Cooperativas sociais no Brasil: debates e práticas na tecitura de um campo em construção, defendida em julho de 2009, Rita de Cássia mostra que os pacientes psiquiátricos só se distinguem de outros operários por causa das limitações em relação à rotina. Contudo, no Brasil o tratamento dado à situação é diferente em relação aos demais países onde existem cooperativas sociais com esses trabalhadores. "Na Europa, as cooperativas são consideradas empresas sociais, enquanto no nosso país elas ainda são tratadas, em muitos casos, apenas como oportunidades de terapia e inclusão social", analisa a pesquisadora.
Para ver essa notícia na íntegra vá para a página do portal CIÊNCIA E VIDA.
Como forma de integrar socialmente pessoas em desvantagens - presos, idosos, jovens egressos do sistema educativo - o Brasil adotou na década de 1970 modelos europeus de cooperativas sociais. Hospitais e Centros de Atenção Psicossociais (Caps), por exemplo, adotaram o modelo italiano de cooperativas, no qual trabalham pacientes psiquiátricos. No entanto, o serviço exercido por eles não é reconhecido como "trabalho", apenas como terapia e ferramenta de inserção social. Esse é um erro que exclui centenas de pessoas do direito ao trabalho, segundo pesquisadora da Universidade de Brasília.
Em estudo inédito, Rita de Cássia Andrade Martins mostra que a contradição entre a função exercida pelos pacientes nas cooperativas sociais e a visão da sociedade sobre essas tarefas é justificada por causa da lei brasileira. No artigo 3º do Código Civil Brasileiro, os deficientes mentais são classificados como incapazes, inclusive para o trabalho. Ela defende, porém, que o texto fere o direito ao trabalho das pessoas com transtorno mental e sugere mudanças na legislação para protegê-las.
Na dissertação de mestrado Cooperativas sociais no Brasil: debates e práticas na tecitura de um campo em construção, defendida em julho de 2009, Rita de Cássia mostra que os pacientes psiquiátricos só se distinguem de outros operários por causa das limitações em relação à rotina. Contudo, no Brasil o tratamento dado à situação é diferente em relação aos demais países onde existem cooperativas sociais com esses trabalhadores. "Na Europa, as cooperativas são consideradas empresas sociais, enquanto no nosso país elas ainda são tratadas, em muitos casos, apenas como oportunidades de terapia e inclusão social", analisa a pesquisadora.
Para ver essa notícia na íntegra vá para a página do portal CIÊNCIA E VIDA.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
IX Encontro Nacional de Usuários e Familiares da Luta Antimanicomial (ENUFA)
Está agendado para o próximo dia 26/11 na Sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, São Paulo, o IX Encontro Nacional de Usuários e Familiares da Luta Antimanicomial (ENUFA). O IX Encontro Nacional de Usuários e Familiares da Luta Antimanicomial será seguido pelo VIII Encontro Nacional da Luta Antimanicomial.
Ambos Encontros serão de 26/11 a 29/11.
Nesses encontros serão discutidos vários temas, dentre os quais:
COMO CUIDAR DO CUIDADOR FAMILIAR
ESTATUTO DO USUÁRIO (proposta)
DEFESA DE DIREITOS DE USUÁRIOS DE DROGAS
Neste tipo de encontro são eleitos representantes de usuários, familiares e técnicos, além de se votar propostas de leis para serem levadas às autoridades políticas.
Ambos Encontros serão de 26/11 a 29/11.
Nesses encontros serão discutidos vários temas, dentre os quais:
COMO CUIDAR DO CUIDADOR FAMILIAR
ESTATUTO DO USUÁRIO (proposta)
DEFESA DE DIREITOS DE USUÁRIOS DE DROGAS
Neste tipo de encontro são eleitos representantes de usuários, familiares e técnicos, além de se votar propostas de leis para serem levadas às autoridades políticas.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Especialista diz: Álcool e cigarro são mais perigosos que LSD e maconha
Deu na veja.com: Álcool e cigarro são drogas mais perigosas para a saúde do que muitas substâncias ilícitas, como a maconha, o LSD e o ecstasy, afirma o professor David Nutt, do Imperial College London. Ele é presidente do comitê assessor do governo britânico sobre abuso de drogas.
Segundo o especialista, é preciso um novo sistema de classificação das drogas para que as pessoas possam entender o tipo de mal causado tanto pelas substâncias legais quanto pelas ilegais.
Para Nutt, o álcool deve figurar como a quinta droga mais perigosa depois da heroína, cocaína, barbitúricos e a metadona, enquanto o tabaco aparece em nono lugar. "A cannabis, o LSD e o ecstasy, mesmo sendo nocivos, estão mais abaixo na lista, em 11º, 14º e 18º, respectivamente", explica Nutt. O ranking do professor leva em conta os danos físicos, sociais e a dependência causada por cada uma das drogas.
Segundo o especialista, é preciso um novo sistema de classificação das drogas para que as pessoas possam entender o tipo de mal causado tanto pelas substâncias legais quanto pelas ilegais.
Para Nutt, o álcool deve figurar como a quinta droga mais perigosa depois da heroína, cocaína, barbitúricos e a metadona, enquanto o tabaco aparece em nono lugar. "A cannabis, o LSD e o ecstasy, mesmo sendo nocivos, estão mais abaixo na lista, em 11º, 14º e 18º, respectivamente", explica Nutt. O ranking do professor leva em conta os danos físicos, sociais e a dependência causada por cada uma das drogas.
sábado, 31 de outubro de 2009
Cientistas avaliam os benefícios terapêuticos do LSD
Pesquisadores de universidades respeitadas têm observado o potencial do LSD e de outras drogas, como ecstasy e maconha, quanto às terapias de saúde dos pacientes.
De acordo com o jornal britânico "The Guardian", um crescente número de pessoas tem usado LSD, maconha e ecstasy para ajudar uma variedade de doenças, incluindo anorexia nervosa, dores de cabeça, enxaquecas e ataques de síndrome do pânico.
Ainda segundo o jornal, "o surgimento de comunidades que passam drogas entre usuários na base da amizade, suporte e ajuda --com dinheiro raramente envolvido-- acontece em meio a um ressurgimento da pesquisa de possíveis benefícios terapêuticos das drogas psicodélicas". O fato gera otimismo entre os adeptos do uso de droga enquanto terapia, uma vez que há a possibilidade de obtenção de remédios baseados em psicotrópicos diretamente dos seus respectivos médicos --sem o risco de ser preso por isso.
Dentre os usuários que esperam que as drogas sejam usadas como uma alternativa está a professora universitária Anna Jones (nome fictício), 35, que consome LSD uma ou duas vezes por ano. Ela diz ter receio de que, sem suas doses ocasionais, possa voltar ao alcoolismo, problema que abandonou há 14 anos, com a ajuda da droga proibida.
Para ler essa reportagem na íntegra vá para a página da Folha Online.
De acordo com o jornal britânico "The Guardian", um crescente número de pessoas tem usado LSD, maconha e ecstasy para ajudar uma variedade de doenças, incluindo anorexia nervosa, dores de cabeça, enxaquecas e ataques de síndrome do pânico.
Ainda segundo o jornal, "o surgimento de comunidades que passam drogas entre usuários na base da amizade, suporte e ajuda --com dinheiro raramente envolvido-- acontece em meio a um ressurgimento da pesquisa de possíveis benefícios terapêuticos das drogas psicodélicas". O fato gera otimismo entre os adeptos do uso de droga enquanto terapia, uma vez que há a possibilidade de obtenção de remédios baseados em psicotrópicos diretamente dos seus respectivos médicos --sem o risco de ser preso por isso.
Dentre os usuários que esperam que as drogas sejam usadas como uma alternativa está a professora universitária Anna Jones (nome fictício), 35, que consome LSD uma ou duas vezes por ano. Ela diz ter receio de que, sem suas doses ocasionais, possa voltar ao alcoolismo, problema que abandonou há 14 anos, com a ajuda da droga proibida.
Para ler essa reportagem na íntegra vá para a página da Folha Online.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Pesquisa norueguesa mostra que o consumo moderado de álcool pode evitar depressão
Os benefícios do consumo moderado de álcool para a saúde do coração, o controle do stress e, enfim, para uma vida mais longa vêm sendo repetidos à exaustão desde a década de 70.
À lista de melhorias oferecidas por alguns goles de vinho no almoço ou uma dose de uísque depois de um dia exaustivo de trabalho, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega acabam de incluir um novo item: a incidência de depressão é menor entre homens e mulheres que bebem com parcimônia.
Publicado na revista científica Addiction, o trabalho avaliou os hábitos alcoólicos de 38 000 pessoas durante duas semanas. Em seguida, fez-se o cruzamento dessas informações com a incidência de sintomas depressivos naquele mesmo grupo de pessoas.
A conclusão foi que a probabilidade de alguém que nunca bebe nada sofrer de depressão é 50% maior do que a de alguém que bebe com moderação.
Fonte: veja.com.
Apesar da revista Veja ser de grande credibilidade, assim como sua versão online, a veja.com, compare outros artigos relacionados a consumo de alcoól e depressão:
1-Consumo Moderado de álcool pode ser bom para o cérebro - texto em inglês sobre estudo que mostra os benefícios da bebida alcoólica para pessoas com Mal de Alzheimer.
2-Álcool deixa a depressão ainda pior - texto em inglês que fala sobre as complicações que o consumo de bebidas alcoólicas pode trazer para pessoas com depressão.
À lista de melhorias oferecidas por alguns goles de vinho no almoço ou uma dose de uísque depois de um dia exaustivo de trabalho, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega acabam de incluir um novo item: a incidência de depressão é menor entre homens e mulheres que bebem com parcimônia.
Publicado na revista científica Addiction, o trabalho avaliou os hábitos alcoólicos de 38 000 pessoas durante duas semanas. Em seguida, fez-se o cruzamento dessas informações com a incidência de sintomas depressivos naquele mesmo grupo de pessoas.
A conclusão foi que a probabilidade de alguém que nunca bebe nada sofrer de depressão é 50% maior do que a de alguém que bebe com moderação.
Fonte: veja.com.
Apesar da revista Veja ser de grande credibilidade, assim como sua versão online, a veja.com, compare outros artigos relacionados a consumo de alcoól e depressão:
1-Consumo Moderado de álcool pode ser bom para o cérebro - texto em inglês sobre estudo que mostra os benefícios da bebida alcoólica para pessoas com Mal de Alzheimer.
2-Álcool deixa a depressão ainda pior - texto em inglês que fala sobre as complicações que o consumo de bebidas alcoólicas pode trazer para pessoas com depressão.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Paciente psiquiátrico morre esganado em hospital
Fato ocorrido em São Paulo. Foi originalmente noticiado no Bom Dia São Paulo, da Rede Globo.
Polêmica na morte de Aldo Jesus Paixão que estava internado no Hospital Pirajussara, em Taboão da Serra, na ala psiquiátrica. O atestado de óbito atesta: o paciente psiquiátrico morreu por esganadura.
Polêmica na morte de Aldo Jesus Paixão que estava internado no Hospital Pirajussara, em Taboão da Serra, na ala psiquiátrica. O atestado de óbito atesta: o paciente psiquiátrico morreu por esganadura.
domingo, 18 de outubro de 2009
Antidepressivos ajudam na recuperação de lesão espinhal
Por Julie Steenhuysen
CHICAGO (Reuters) - Um antidepressivo comum combinado
com um programa intensivo de treinamento em esteira ajudou
pessoas com lesões parciais da medula espinhal a andar melhor
e mais rápido, dizem os pesquisadores dos E.U.A no domingo.
Eles disseram que o antidepressivo da Forest Laboratories Lexapro
ou escitalopram, que afeta uma substância química transmisora de mensagens do cérebro chamada serotonina, ajuda a fortalecer conexões nervosas restantes ao longo da coluna, dando aos pacientes com
lesões da medula espinhal mais habilidade para controlar seus
músculos durante o treinamento.
"A droga está aumentando os efeitos da terapia",
disse George Hornby, um cientista da pesquisa no
Rehabilitation Institute of Chicago, que está apresentando
seus resultados na reunião da Sociedade para a neurociência
em Chicago.
"A droga por si só não é uma droga milagrosa. O que você
necessita é a droga mais o treinamento ", disse Hornby
uma entrevista por telefone.
Os resultados são os primeiros em seres humanos e desenvolvem em
estudos em animais que descobriram que dando drogas semelhantes a serotonina
após lesões na medula espinhal podem promover a recuperação
no andar quando emparelhado com um programa de treinamento intensivo.
Para seu estudo, Hornby e seus colegas testaram os efeitos dos antidepressivos em 50 pessoas que tinham capacidade parcial de se mover um ano depois de terem sofrido uma lesão espinhal medular.
Destes, 34 pacientes puderam caminhar por conta própria, mas
lentamente.
Todos os 50 foram submetidos a um período de oito semanas em um programa de caminhada em esteira motorizada, assistidos por um robô ou por um
terapeuta físico. Até 40 por cento do seu peso corporal foi
apoiadas em um suporte.
Cinco horas antes do treinamento, foram dado 10
mg de Lexapro ou um placebo.
Apesar de ambos os grupos melhorarem, aqueles que tomaram Lexapro foram
capazes de andar muito mais rápido, Hornby disse.
Ele disse que a droga apareceu para trabalhar, aumentando os espasmos musculares
sentidos pelas pessoas com lesão medular, algo que a maioria dos médicos consideram ser um efeito colateral negativo desses tipos de lesões.
Hornby disse que os espasmos musculares representam reflexos, que
podem ser treinados. Os pacientes que têm uma lesão da medula espinhal
"contam com esses reflexos para andar", disse ele.
Os voluntários apenas tomaram um antidepressivo no dia do treinamento, mas os benefícios duraram até depois que a droga estava fora dos seus sistemas, Hornby disse.
Ele acha que a droga está fortalecendo as conexões residuais entre o cérebro e a medula espinhal.
"Isso ajuda a fortalecer o músculo, e é mais fácil para o cérebro para ativar o músculo ", disse ele.
Fonte: Reuters
CHICAGO (Reuters) - Um antidepressivo comum combinado
com um programa intensivo de treinamento em esteira ajudou
pessoas com lesões parciais da medula espinhal a andar melhor
e mais rápido, dizem os pesquisadores dos E.U.A no domingo.
Eles disseram que o antidepressivo da Forest Laboratories Lexapro
ou escitalopram, que afeta uma substância química transmisora de mensagens do cérebro chamada serotonina, ajuda a fortalecer conexões nervosas restantes ao longo da coluna, dando aos pacientes com
lesões da medula espinhal mais habilidade para controlar seus
músculos durante o treinamento.
"A droga está aumentando os efeitos da terapia",
disse George Hornby, um cientista da pesquisa no
Rehabilitation Institute of Chicago, que está apresentando
seus resultados na reunião da Sociedade para a neurociência
em Chicago.
"A droga por si só não é uma droga milagrosa. O que você
necessita é a droga mais o treinamento ", disse Hornby
uma entrevista por telefone.
Os resultados são os primeiros em seres humanos e desenvolvem em
estudos em animais que descobriram que dando drogas semelhantes a serotonina
após lesões na medula espinhal podem promover a recuperação
no andar quando emparelhado com um programa de treinamento intensivo.
Para seu estudo, Hornby e seus colegas testaram os efeitos dos antidepressivos em 50 pessoas que tinham capacidade parcial de se mover um ano depois de terem sofrido uma lesão espinhal medular.
Destes, 34 pacientes puderam caminhar por conta própria, mas
lentamente.
Todos os 50 foram submetidos a um período de oito semanas em um programa de caminhada em esteira motorizada, assistidos por um robô ou por um
terapeuta físico. Até 40 por cento do seu peso corporal foi
apoiadas em um suporte.
Cinco horas antes do treinamento, foram dado 10
mg de Lexapro ou um placebo.
Apesar de ambos os grupos melhorarem, aqueles que tomaram Lexapro foram
capazes de andar muito mais rápido, Hornby disse.
Ele disse que a droga apareceu para trabalhar, aumentando os espasmos musculares
sentidos pelas pessoas com lesão medular, algo que a maioria dos médicos consideram ser um efeito colateral negativo desses tipos de lesões.
Hornby disse que os espasmos musculares representam reflexos, que
podem ser treinados. Os pacientes que têm uma lesão da medula espinhal
"contam com esses reflexos para andar", disse ele.
Os voluntários apenas tomaram um antidepressivo no dia do treinamento, mas os benefícios duraram até depois que a droga estava fora dos seus sistemas, Hornby disse.
Ele acha que a droga está fortalecendo as conexões residuais entre o cérebro e a medula espinhal.
"Isso ajuda a fortalecer o músculo, e é mais fácil para o cérebro para ativar o músculo ", disse ele.
Fonte: Reuters
sábado, 17 de outubro de 2009
Estudo diz: Drogas antipsicóticas podem ser usadas contra tumores
A observação de que a incidência de diversos tipos de câncer é menor em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos abre uma nova linha de pesquisa na oncologia.
Um estudo publicado no periódico International Journal of Cancer mostra que a droga pimozida, usada no tratamento da esquizofrenia e na síndrome de Tourette, foi eficaz contra tumores de mama, pulmão e cérebro, em experimentos realizados in vitro.
Os pesquisadores da Universidade do Sul de Gales, no Reino Unido, suspeitam que o princípio ativo mate as células cancerígenas por meio do bloqueio da síntese e do transporte de colesterol, componente essencial para a divisão celular acelerada dos tumores.
Os cientistas obtiveram resultados semelhantes em testes com outro antipsicótico, a olazapina. Segundo os autores do estudo, as doses usadas nos experimentos foram bem menores que as indicadas para pacientes psiquiátricos, o que pode resultar em efeitos adversos mais amenos. A próxima etapa da pesquisa deve ser realizada em animais.
Fonte: Mente e Cérebro.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Projeto auxilia reinserção de esquizofrênicos no mercado de trabalho
Programa atendeu 13 pacientes, por seis meses em 2008, e 50% já estão trabalhando ou estudando
Um dos maiores obstáculos que uma pessoa com esquizofrenia enfrenta ao pensar em procurar emprego é o estigma que ela coloca em si mesma. Para ajudar os pacientes a superar essa e outras dificuldades na hora de encontrar trabalho, o Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) lançou o Projeto Esquizofrenia. O objetivo principal da iniciativa é a reinserção no mercado de trabalho, mas os pacientes que participaram do projeto piloto também tiveram melhoras nas relações sociais e alguns voltaram a estudar.
A coordenadora do Projeto, Belquiz Avrichir, psiquiatra do IPq, conta que o programa piloto atendeu 13 pacientes, por seis meses em 2008, desses sete (54%), já estão trabalhando ou, estudando. Os demais participantes abandonaram o projeto ou não apresentaram bons resultados. A forma de terapia usada é a Terapia Comportamental Cognitiva (TCC). "Essa técnica trabalha com as crenças disfuncionais das pessoas. Por exemplo, no caso do esquizofrênico, ele considera que não pode trabalhar porque é incapaz, ou porque como pessoa doente ele tem de descansar. Então, nós tentamos fazer com que ele perceba que essas crenças não são verdadeiras", explica a psiquiatra.
Belquiz explica que, além do estigma que colocam em si mesmos, os participantes enfrentam dificuldades no mercado de trabalho. "A maioria manifesta a doença aos 18, 20 anos, quando começamos a trabalhar. E vários deles estavam sem trabalhar há muito tempo". Mas ela acredita que isso pode ser superado, "alguns procuraram estudar, cursar supletivo, aprender outras línguas. Isso ajuda na hora de ser empregado e também ajuda na melhora das relações sociais".
Um dos maiores obstáculos que uma pessoa com esquizofrenia enfrenta ao pensar em procurar emprego é o estigma que ela coloca em si mesma. Para ajudar os pacientes a superar essa e outras dificuldades na hora de encontrar trabalho, o Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) lançou o Projeto Esquizofrenia. O objetivo principal da iniciativa é a reinserção no mercado de trabalho, mas os pacientes que participaram do projeto piloto também tiveram melhoras nas relações sociais e alguns voltaram a estudar.
A coordenadora do Projeto, Belquiz Avrichir, psiquiatra do IPq, conta que o programa piloto atendeu 13 pacientes, por seis meses em 2008, desses sete (54%), já estão trabalhando ou, estudando. Os demais participantes abandonaram o projeto ou não apresentaram bons resultados. A forma de terapia usada é a Terapia Comportamental Cognitiva (TCC). "Essa técnica trabalha com as crenças disfuncionais das pessoas. Por exemplo, no caso do esquizofrênico, ele considera que não pode trabalhar porque é incapaz, ou porque como pessoa doente ele tem de descansar. Então, nós tentamos fazer com que ele perceba que essas crenças não são verdadeiras", explica a psiquiatra.
Belquiz explica que, além do estigma que colocam em si mesmos, os participantes enfrentam dificuldades no mercado de trabalho. "A maioria manifesta a doença aos 18, 20 anos, quando começamos a trabalhar. E vários deles estavam sem trabalhar há muito tempo". Mas ela acredita que isso pode ser superado, "alguns procuraram estudar, cursar supletivo, aprender outras línguas. Isso ajuda na hora de ser empregado e também ajuda na melhora das relações sociais".
Para ver essa matéria na íntegra vá para o Portal Ciência & Vida.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Estudo diz: Grande porcentagem dos casos de transtorno bipolar saram naturalmente aos trinta
Kenneth J. Sher
Universidade de Missouri e de Columbia e do Centro de Pesquisas do Alcoolismo do Midwest (Centroeste) - Midwest Alcoholism
Research Center.
Tradicionalmente sempre se acreditou que os transtornos do espectro bipolar eram crônicos no seu curso. No entanto, pesquisas epidemiológicas recentes sugerem que é possível que haja formas limitadas no desenvolvimento do transtorno bipolar.
Dois estudos importantes a nível nacional revelaram uma alta prevalência de transtornos bipolares no início da fase adulta (5.5%–6.2% entre 18–24-anos) que aparentemente saram substancialmente durante a segunda metade da 3ª década de vida (3.1%–3.4% entre 25–29-anos).
Pesquisas mais cuidadosas são necessárias para determinar se formas limitadas do desenvolvimento no transtorno bipolar existem e, se existem, que parâmetros poderiam distinguir essas formas da doença de curso crônico.
Veja esse estudo em Are There Developmentally Limited Forms of Bipolar Disorder?
Universidade de Missouri e de Columbia e do Centro de Pesquisas do Alcoolismo do Midwest (Centroeste) - Midwest Alcoholism
Research Center.
Tradicionalmente sempre se acreditou que os transtornos do espectro bipolar eram crônicos no seu curso. No entanto, pesquisas epidemiológicas recentes sugerem que é possível que haja formas limitadas no desenvolvimento do transtorno bipolar.
Dois estudos importantes a nível nacional revelaram uma alta prevalência de transtornos bipolares no início da fase adulta (5.5%–6.2% entre 18–24-anos) que aparentemente saram substancialmente durante a segunda metade da 3ª década de vida (3.1%–3.4% entre 25–29-anos).
Pesquisas mais cuidadosas são necessárias para determinar se formas limitadas do desenvolvimento no transtorno bipolar existem e, se existem, que parâmetros poderiam distinguir essas formas da doença de curso crônico.
Veja esse estudo em Are There Developmentally Limited Forms of Bipolar Disorder?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Deu no Globo: Hospitais psiquiátricos do Rio em agonia
A repórter Fernanda Baldioti mostrou um pouco da situação do que acontece nos hospitais psiquiátricos do RIO DE JANEIRO: pacientes dormindo no chão, fumando na enfermaria, pacientes obrigados a comer em pé, leitos sem colchão, roupas misturadas ao lixo, banheiros sem a mínima manutenção, entre outras coisas.
A repórter acompanhou o presidente da Comissão de Saúde da Câmara, vereador Carlos Eduardo (PSB), numa vistoria realizada no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira, mais conhecido como hospício do Engenho de Dentro, no Instituto Municipal Philippe Pinel, em Botafogo e na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá.
A crise, causada em parte pelo corte no orçamento e pelo hiato entre o que é gasto e o valor repassado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), levou o psiquiatra Edmar Oliveira a pedir demissão do cargo de diretor do Nise este mês, após dez anos exercendo a função:
- A secretaria cortou 25% dos contratos terceirizados, que são responsáveis por setores como alimentação e limpeza. Com isto, gestores que, como eu, já vinham fazendo economia, foram prejudicados. Eu já tinha cortado todos os excessos, com menos 25%, não tinha mais como trabalhar. As enfermarias estão em petição de miséria. Com essa verba, só conseguia trocar as lâmpadas - disse o psiquiatra Edmar Oliveira.
Já na Colônia Juliano Moreira, enquanto algumas pacientes da Unidade Franco da Rocha, um dos núcleos da antiga Colônia Juliano Moreira, moram em lares de acolhimento que têm camas no lugar de leitos hospitalares, quartos com suíte e até mesmo refeitório com mesinhas com flores, a realidade em outros setores do conjunto psiquiátrico mostram um total contraste. A enorme diferença entre o novo modelo de saúde mental preconizado pelo Ministério da Saúde a partir da reforma psiquiátrica e as tradicionais aglomerações de pacientes em amplas salas no estilo manicomial coexistem na Colônia.
Veja as reportagens em Hospitais do Rio em agonia - O Globo e As duas faces da Colônia Juliano Moreira - O Globo.
Veja o vídeo da vistoria do Instituto Nise da Silveira, da vistoria do Instituto Philippe Pinel e da vistoria da Colônia Juliano Moreira.
Não se atrase para ver os vídeos, pois não sei por quanto tempo estarão disponíveis.
A repórter acompanhou o presidente da Comissão de Saúde da Câmara, vereador Carlos Eduardo (PSB), numa vistoria realizada no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira, mais conhecido como hospício do Engenho de Dentro, no Instituto Municipal Philippe Pinel, em Botafogo e na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá.
A crise, causada em parte pelo corte no orçamento e pelo hiato entre o que é gasto e o valor repassado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), levou o psiquiatra Edmar Oliveira a pedir demissão do cargo de diretor do Nise este mês, após dez anos exercendo a função:
- A secretaria cortou 25% dos contratos terceirizados, que são responsáveis por setores como alimentação e limpeza. Com isto, gestores que, como eu, já vinham fazendo economia, foram prejudicados. Eu já tinha cortado todos os excessos, com menos 25%, não tinha mais como trabalhar. As enfermarias estão em petição de miséria. Com essa verba, só conseguia trocar as lâmpadas - disse o psiquiatra Edmar Oliveira.
Já na Colônia Juliano Moreira, enquanto algumas pacientes da Unidade Franco da Rocha, um dos núcleos da antiga Colônia Juliano Moreira, moram em lares de acolhimento que têm camas no lugar de leitos hospitalares, quartos com suíte e até mesmo refeitório com mesinhas com flores, a realidade em outros setores do conjunto psiquiátrico mostram um total contraste. A enorme diferença entre o novo modelo de saúde mental preconizado pelo Ministério da Saúde a partir da reforma psiquiátrica e as tradicionais aglomerações de pacientes em amplas salas no estilo manicomial coexistem na Colônia.
Veja as reportagens em Hospitais do Rio em agonia - O Globo e As duas faces da Colônia Juliano Moreira - O Globo.
Veja o vídeo da vistoria do Instituto Nise da Silveira, da vistoria do Instituto Philippe Pinel e da vistoria da Colônia Juliano Moreira.
Não se atrase para ver os vídeos, pois não sei por quanto tempo estarão disponíveis.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Pré-congresso Internacional Saúde Mental e Direitos humanos acontece em Uberaba, Minas Gerais
(Clique para ampliar)09, 10 e 11 de Outubro de 2009 - Uberaba - MG - Brasil
PROGRAMAÇÃO
9 OUTUBRO
Atividades no Centro Administrativo da Prefeitura
17:30 CREDENCIAMENTO E INSCRIÇÕES
19:00 ABERTURA
Gregorio Baremblitt (FGB-IFG Belo Horizonte)
Gregorio Kazi (Universidade Praça de Maio - Argentina)
Fátima de Oliveira (FGB Uberaba - IFG)
Margarete Amorim (FGB - IFG Belo Horizonte)
20:00 CONFERÊNCIA
Racionalidade, loucura e Insurgências
Gregorio Kazi
10 OUTUBRO
Atividades no Auditório - Casa do Folclore
08:00 CREDENCIAMENTO E INSCRIÇÕES
09:00 CONFERÊNCIA
Esquizoanálise e Esquizodrama - Uma klínica insurgente
Jorge Bichuetti (CAPS Maria Boneca, FGB Uberaba)
11:00 CONFERÊNCIA
As três ecológicas - Alfredo Martín (UFRG - Rio Grande do Sul)
14:30 CONFERÊNCIA
A klínica dos Vínculos - Marcus Vinícius* (UFBA - Bahia)
16:30 CONFERÊNCIA
Esquizodrama - dos grupos e redes sociais - Alfonso Lanz (Montevidéu - Uruguai)
Atividades nos Salões
09:00 HORAS
SALÃO 1 - MESA - Crise histórica e crise subjetiva
G. Kazi, Alfonso Lanz, Fátima de Oliveira
SALÃO 2 - MESA - Medicação e outros recursos da clínica psiquiátrica
Sérgio Berttarello (UFSP - SP), Maria Silvana Maia (Clínica Urgentemente - BH),
Lucia Aquino (Coordenação de Saúde Mental - Betim),
Lucas Paiva Gomes (CAPS Ouro Preto)*
SALÃO 3 - MESA - Análise instituinte da reforma psiquiátrica
Marta Elizabete de Souza (Coordenação Estadual de Saúde Mental - MG),
Patrícia Ayer (IFG - FGB - Saúde Mental Pública - BH), Milton Bicalho (FGB-IFG, - BH),
Isabel F. Passos* (UFMG), Paulo Cesar Francisco (CAPS AD Ouro Preto)
11:00 HORAS
SALÃO 1 - MESA - Klínica da literatura e das artes
Marcelo Fontes (FGB-IFG, - Belo Horizonte), Cláudia Canarim* (FGB - RJ),
Caio Cesar Souza* (UFU - Uberlândia), Christine Vianna (CAPSi Ouro Preto)
SALÃO 2 - MESA SUPERVISÃO DE GRUPOS, ORGANIZAÇÃO E REDES SOCIAIS
Carmen Lícia Macedo, Margarete Amorim, Jorge Bichuetti, Alfredo Martín
SALÃO 3 - MESA - O que pode um corpo
Carlos Briganti (SP), Clarissa Alcântara (PUC - SP),
Fernando Yonezawa (DEVIR - Campinas)
14:30 HORAS
SALÃO 1 - ESQUIZODRAMA - Klínica da educação e da pesquisa
Neuza Beatriz H.G. Pereira (UEMG - BH), Jorge Bichuetti, Margarete Amorim
SALÃO 2 - ESQUIZODRAMA - Klínica da alegria: Contribuições de Baremblitt, Deleuze e Espinosa para as lutas da subjetividade e cidadania. Patrícia Ayer
SALÃO 3 - ESQUIZODRAMA - Klínica do ruído
Marcelo Fontes
16:30 HORAS
SALÃO 1 - MESA - Macro e micro política da qualidade de vida
Carmen Lícia Macedo (PUC - BH), João Paulo P. Vasconcelos (CUT - Vale do Aço - MG), Nelma Aragon* (Instituto Pichon Revière – Porto Alegre – RS)
SALÃO 2 - APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
- Lançamento do livro "Entre Borboletas e Salmões" - Crônicas e Poemas de Lincoln J. C de Almeida
SALÃO 3 - APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
11 OUTUBRO
Atividades no Auditório
09:00 Apresentação de Filmes
14:00 CONFERÊNCIA - Esquizoemas principais para o esquizodrama
Gregorio Baremblitt
15:00 ESQUIZODRAMA COLETIVO
17:30 PLENÁRIA
19:00 ENCERRAMENTO
Atividades nos Salões
09:00 HORAS
SALÃO 1 - ESQUIZODRAMA - Klínica do corpo e do corpo sem órgãos
Niwa Yonevawa, Fernando Yonezawa, Alexandre M. Knorre,
Ângela Vieira (DEVIR - Campinas)
SALÃO 2 - ESQUIZODRAMA - Klínica da crise
Fátima de Oliveira, Camila de Falco (Universidade de Uberaba)
SALÃO 3 - ESQUIZODRAMA - Klínica Produções Sensoriais: Da deficiencia à diferença
Gisele Baeta (CEFET Congonhas), Christine Vianna
* convidados a serem confirmados
Locais do Evento
DIA 9
Anfiteatro do Centro Administrativo da Prefeitura de Uberaba: Rua Dom Luiz Maria de Santana, nº 141 – Bairro Santa Marta / Uberaba – MG / Cep: 38061-080
Tel: (034) – 3319-6900
DIAS 10 e 11
Casa do Folclore – Km 176, rod. BR 050 s/n - Uberaba
Tel: (034) – 3313-6020
Tel: (034) - 3313-6087
Maiores Informações
FGB-IFG – Belo Horizonte - Tel (031) 3221-1875 / 3221-7352
Atendimento – Terça-feiras das 14:00 às 18:00; Quarta,
Quinta e Sexta-feira das 09:00 às 12:00 e das 13:00 às 16:00
FGB – Uberaba – Tel (034) 3333-0906
Dados da Fundação
CNPJ- 08.357.522/0001-57
Inscrição estadual- isento
Endereço: Rua Herval, 267 SERRA CEP 30240-010 BELO HORIZONTE-MG
Conta bancária:
BANCO BRADESCO
Agencia: 02286-1
C/C: 0021284-9
FUNDAÇÃO GREGORIO BAREMBLITT
Mais informações no site da Fundação Gregorio Baremblitt.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Se um dos pais tem transtorno bipolar, aumentam as chances de os filhos terem a doença - Diz estudo
O transtorno bipolar é uma doença que afeta o humor, levando a pessoa a ter alternância de episódios de euforia e depressão. Nas famílias em que um dos parceiros tem a doença, há 10 vezes mais chance de um dos filhos apresentar o problema, enquanto que na população em geral, esse número é de 1%. Um projeto de pesquisa que visa estudar os genes envolvidos com a doença nas famílias de crianças com o transtorno acaba de ser premiado pelo Programa L'Oréal/Unesco Para Mulheres na Ciência.
De acordo com a psiquiatra Sheila Cavalcante Caetano, que foi agraciada com o prêmio, os pesquisadores irão colher amostras de sangue dos pais e das mães de crianças com transtorno bipolar para realizar uma avaliação genética visando entender quais genes estão ligados ao aparecimento do transtorno nos filhos. "Usaremos o prêmio de 20 mil dólares para o desenvolvimento da pesquisa, que estava orçada exatamente neste valor", comenta a médica. "Acreditamos que agora no mês de outubro vamos iniciar as primeiras coletas", informa. Segundo ela, o projeto já foi aprovado pela Comissão de Ética da FMUSP.
Sheila ressalta que o transtorno bipolar apresenta uma forte carga genética, mas não é uma doença determinista. "Isso significa que não é toda criança com pais onde um dos conjuges tem a doença que irá desenvolver o transtorno. O que ocorre é que há uma incidência de 10% em crianças com pais que têm a doença. Na população em geral, o índice é de 1%", destaca. Ela lembra que 40% dos filhos de pais acometidos pela doença terão algum tipo de doença psiquiátrica, como depressão e transtornos de ansiedade.
Para ver essa notícia na íntegra vá para a página Projeto de pesquisa sobre transtorno bipolar recebe prêmio do Portal Ciência & Vida.
De acordo com a psiquiatra Sheila Cavalcante Caetano, que foi agraciada com o prêmio, os pesquisadores irão colher amostras de sangue dos pais e das mães de crianças com transtorno bipolar para realizar uma avaliação genética visando entender quais genes estão ligados ao aparecimento do transtorno nos filhos. "Usaremos o prêmio de 20 mil dólares para o desenvolvimento da pesquisa, que estava orçada exatamente neste valor", comenta a médica. "Acreditamos que agora no mês de outubro vamos iniciar as primeiras coletas", informa. Segundo ela, o projeto já foi aprovado pela Comissão de Ética da FMUSP.
Sheila ressalta que o transtorno bipolar apresenta uma forte carga genética, mas não é uma doença determinista. "Isso significa que não é toda criança com pais onde um dos conjuges tem a doença que irá desenvolver o transtorno. O que ocorre é que há uma incidência de 10% em crianças com pais que têm a doença. Na população em geral, o índice é de 1%", destaca. Ela lembra que 40% dos filhos de pais acometidos pela doença terão algum tipo de doença psiquiátrica, como depressão e transtornos de ansiedade.
Para ver essa notícia na íntegra vá para a página Projeto de pesquisa sobre transtorno bipolar recebe prêmio do Portal Ciência & Vida.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Evento Internacional discute manicômios judiciários
1º Simpósio sobre saúde mental acontece em São Paulo
Durante três dias, psiquiatras, sociólogos, juízes e outros profissionais do Brasil e do exterior discutirão o sistema manicomial no país. O I Simpósio Internacional sobre Manicômios Judiciários e Saúde Mental será realizado em São Paulo, de 16 a 18 de setembro.
Promovido pela Coordenadoria de Saúde da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e Faculdade de Saúde Pública da USP, o simpósio tem como objetivo estabelecer um espaço de diálogo sobre os manicômios judiciários, a medida de segurança e a Reforma Psiquiátrica no Brasil.
Um tema cada vez mais presente - As infrações cometidas por pessoas sob efeito de transtorno mental estão cada vez mais presentes no noticiário. Em São Paulo, estima-se que existam cerca de 900 internados em função de medida de segurança; destes, 10% são mulheres.
A medida de segurança significa que a pessoa que cometeu uma infração por efeito de transtorno mental foi considerada inimputável e por isso absolvida. O judiciário determina sua internação em hospitais psiquiátricos de custódia, onde deverá fazer tratamento até a cessação de sua periculosidade.
Alguns dos eixos centrais de discussão durante o I Simpósio são a Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/01), que mudou o atendimento ao portador de transtorno mental e a Portaria 628/2002 do Ministério da Saúde (MS), com a implantação de Programas Permanentes de Reintegração Social, junto aos Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico do país.
Durante o evento serão abordadas algumas iniciativas pioneiras nesse sentido, como o Programa de Atenção Interdisciplinar ao Paciente Judiciário (PAI-PJ), de Minas Gerais e o PAI-LI (Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator), de Goiás. Estes programas buscam tratar a pessoa sob medida de segurança fora dos hospitais de custódia, através do Sistema Único de Saúde (SUS) extra-hospitalar de atenção à saúde mental, especialmente nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
Para ler esta notícia na íntegra vá para a REVISTA PSIQUE.
Durante três dias, psiquiatras, sociólogos, juízes e outros profissionais do Brasil e do exterior discutirão o sistema manicomial no país. O I Simpósio Internacional sobre Manicômios Judiciários e Saúde Mental será realizado em São Paulo, de 16 a 18 de setembro.
Promovido pela Coordenadoria de Saúde da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e Faculdade de Saúde Pública da USP, o simpósio tem como objetivo estabelecer um espaço de diálogo sobre os manicômios judiciários, a medida de segurança e a Reforma Psiquiátrica no Brasil.
Um tema cada vez mais presente - As infrações cometidas por pessoas sob efeito de transtorno mental estão cada vez mais presentes no noticiário. Em São Paulo, estima-se que existam cerca de 900 internados em função de medida de segurança; destes, 10% são mulheres.
A medida de segurança significa que a pessoa que cometeu uma infração por efeito de transtorno mental foi considerada inimputável e por isso absolvida. O judiciário determina sua internação em hospitais psiquiátricos de custódia, onde deverá fazer tratamento até a cessação de sua periculosidade.
Alguns dos eixos centrais de discussão durante o I Simpósio são a Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/01), que mudou o atendimento ao portador de transtorno mental e a Portaria 628/2002 do Ministério da Saúde (MS), com a implantação de Programas Permanentes de Reintegração Social, junto aos Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico do país.
Durante o evento serão abordadas algumas iniciativas pioneiras nesse sentido, como o Programa de Atenção Interdisciplinar ao Paciente Judiciário (PAI-PJ), de Minas Gerais e o PAI-LI (Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator), de Goiás. Estes programas buscam tratar a pessoa sob medida de segurança fora dos hospitais de custódia, através do Sistema Único de Saúde (SUS) extra-hospitalar de atenção à saúde mental, especialmente nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
Para ler esta notícia na íntegra vá para a REVISTA PSIQUE.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Ioga pode diminuir ansiedade e depressão
A prática de ioga pode reduzir sintomas de transtornos de humor e trazer sensação de satisfação. A conclusão é de um estudo realizado pela pesquisadora Thais Godoy, do Instituto de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O experimento comprovou a eficácia da técnica como recurso terapêutico que pode ser usada como terapia complementar ou recurso em tratamentos psicológicos ou psiquiátricos.
De acordo com o orientador da pesquisa, Ricardo Monezi Julião de Oliveira, professor do curso de pós-graduação em medicina comportamental, do Departamento de Psicobiologia da Unifesp, a prática incentiva as pessoas a tomar consciência do corpo e de suas tensões por meio de posturas físicas. Por focar o autoconhecimento, a concentração e a meditação, a ioga pode contribuir para facilitar a autoconfiança e o senso de controle.
Para chegar a essa conclusão, 30 funcionários, com idades entre 20 e 45 anos, foram divididos em duas turmas. Os primeiros 15, do grupo experimental, praticaram as técnicas de ioga durante três meses, participando durante 50 minutos de aula; os demais pertenciam ao grupo controle e não fizeram os exercícios.
Após esse período, os questionários de avaliação clínica (considerando aspectos como qualidade de vida, depressão e ansiedade), com perguntas objetivas, foram interpretados por uma psicóloga. As técnicas foram aplicadas em sequência estruturada, usando como referência, o Yoga Sutra de Patânjali, também conhecido como Ashtânga, que considera as posturas físicas (os âsanas) uma preparação para as técnicas meditativas e respiratórias, auxiliando na concentração e relaxamento ao final da prática.
Fonte: MENTE E CÉREBRO
De acordo com o orientador da pesquisa, Ricardo Monezi Julião de Oliveira, professor do curso de pós-graduação em medicina comportamental, do Departamento de Psicobiologia da Unifesp, a prática incentiva as pessoas a tomar consciência do corpo e de suas tensões por meio de posturas físicas. Por focar o autoconhecimento, a concentração e a meditação, a ioga pode contribuir para facilitar a autoconfiança e o senso de controle.
Para chegar a essa conclusão, 30 funcionários, com idades entre 20 e 45 anos, foram divididos em duas turmas. Os primeiros 15, do grupo experimental, praticaram as técnicas de ioga durante três meses, participando durante 50 minutos de aula; os demais pertenciam ao grupo controle e não fizeram os exercícios.
Após esse período, os questionários de avaliação clínica (considerando aspectos como qualidade de vida, depressão e ansiedade), com perguntas objetivas, foram interpretados por uma psicóloga. As técnicas foram aplicadas em sequência estruturada, usando como referência, o Yoga Sutra de Patânjali, também conhecido como Ashtânga, que considera as posturas físicas (os âsanas) uma preparação para as técnicas meditativas e respiratórias, auxiliando na concentração e relaxamento ao final da prática.
Fonte: MENTE E CÉREBRO
sábado, 25 de julho de 2009
Raízes da esquizofrenia
São Paulo, 16 (AE) - Esquizofrenia e transtorno bipolar têm raízes genéticas semelhantes. A afirmação está em um estudo publicado na revista Nature, que traz outros dois artigos com resultados de pesquisas diferentes sobre a esquizofrenia. As três pesquisas apresentam diversas novidades a respeito da variação genética e do risco de desenvolver o conjunto de psicoses que tem sintomas como delírios persecutórios e alucinações, especialmente auditivas, e que atinge cerca de 1% da população.
Reunidos, os estudos, que cobriram análises de mais de 10 mil casos de esquizofrenia, descobriram uma extensa gama de variações genéticas que respondem por pelo menos um terço do risco de desenvolvimento da doença. Os pesquisadores do Consórcio Internacional de Esquizofrenia - fundado em 2006 e que reúne cientistas de 11 instituições na Europa e nos Estados Unidos - mostraram que variantes genéticas comuns estão por trás do risco de desenvolvimento da doença, na primeira evidência molecular de tal relação.
O estudo também apresenta evidência molecular de um componente poligênico para o risco da doença que envolve milhares de alelos comuns. Esses alelos, cada um com um pequeno efeito, também contribuem para o risco de desenvolvimento de transtorno bipolar.
Leia este assunto na íntegra na página da Abril, Raízes da esquizofrenia. Leia também no G1.
Reunidos, os estudos, que cobriram análises de mais de 10 mil casos de esquizofrenia, descobriram uma extensa gama de variações genéticas que respondem por pelo menos um terço do risco de desenvolvimento da doença. Os pesquisadores do Consórcio Internacional de Esquizofrenia - fundado em 2006 e que reúne cientistas de 11 instituições na Europa e nos Estados Unidos - mostraram que variantes genéticas comuns estão por trás do risco de desenvolvimento da doença, na primeira evidência molecular de tal relação.
O estudo também apresenta evidência molecular de um componente poligênico para o risco da doença que envolve milhares de alelos comuns. Esses alelos, cada um com um pequeno efeito, também contribuem para o risco de desenvolvimento de transtorno bipolar.
Leia este assunto na íntegra na página da Abril, Raízes da esquizofrenia. Leia também no G1.
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